Facebook prepara jornal para dispositivos móveis. Segundo relatório publicado pelo Wall Street Journal (WSJ), o Facebook está empenhado...
Para os jornalistas que achavam que o tablet tinha matado o jornal em papel, prepare-se, o papel está de volta, ao menos como suporte.
Os
dias de glória do tablet estão contados. Ao menos no que depender da Fujitsu.
Desde que começou a revolução digital pela qual estamos passando, se busca um
meio para a publicação do velho e bom jornal impresso.
A
empresa está trabalhando numa nova tecnologia que transforma qualquer
superfície, inclusive uma simples folha de papel, em tela touch.
Já
houve a época em que todos apostavam no CD Rom, teve também os arquivos em pdf,
até que surgiu o tablet. O gadget transformou a leitura de jornais e revistas
numa atividade realmente interativa. Agora a Fujitsu aparece com uma tecnologia
baseada em projeções “sensíveis” ao toque.
Taichi Murase, um dos pesquisadores do Laboratório do Sistema de Mídia da Fujitsu, disse que esse sistema não usa qualquer hardware especial. Consiste num dispositivo com uma webcam comum, além de um projetor comercial. Segundo ele, os recursos são alcançados pela tecnologia de processamentos de imagem.
Na apresentação de vídeo, (a baixo) vemos como é possível manipular dados em um pedaço de papel. Usando movimentos dos dedos é possível copiar uma imagem em um trecho de um texto e armazená-lo na memória.
Além de superfícies planas, a tecnologia também funciona em curvas irregulares, por isso, pode-se, facilmente, manipular dados de um livro.
Embora a tecnologia ainda não esteja totalmente desenvolvida a Fujitsu faz planos de lançar uma versão comercial para 2014.
Talvez em pouco tempo seja possível projetar o jornal na parede do banheiro.
Confira o vídeo e deixe um comentário dizendo o que achou.
Para os jornalistas que achavam que o tablet tinha matado o jornal em papel, prepare-se, o papel está de volta, ao menos como suporte. ...
Muitos estudantes de jornalismo, quando sentem a necessidade
de criar um blog, buscam referências a respeito da plataforma (refiro-me aqui à
plataforma digital e não ao CMS utilizado) nos chamados metabloggers. Nenhum problema
nisso, é possível acumular muita informação lendo o conteúdo produzido por
eles. Mas poucos são aqueles que, em seus tutoriais, explicam as diferenças existentes
entre os estilos de conteúdo.
A frase que eu mais leio em metablogs é: “Produza conteúdo
de qualidade”, mas que diabos é conteúdo de qualidade?
Escrevi uma reportagem para a Revista Blogosfera a respeito
deste assunto, intitulada “Qual o seu caminho na blogosfera”. Caso você ainda
não conheça a revista aconselho que baixe imediatamente todas as edições. Este
periódico digital foi criado e é organizada pelo Gustavo Freitas, um cara que
tem talento para reunir muita gente boa em torno de si, além da capacidade de
direcionar essas pessoas na produção de obras coletivas.
Gustavo administra vários blogs e ainda trabalha com serviço
de consultoria nas áreas de criação de conteúdo, monetização e muito mais.
Voltando ao nosso assunto, na reportagem em questão (que eu
espero que vocês leiam), exponho a visão de alguns entrevistados que trabalham
há anos na área da comunicação digital. Gente como o Eddie Silva do Conteúdo
sem fio, a Mafalda do Monalisa de Pijamas, o René de Paula Júnior do Roda e
Avisa e o Luciano Pires do Café Brasil.
Cada um dos entrevistados comenta o caminho que escolheu e
as dificuldades que enfrentou.
A intenção não foi a de criar um manual de
instruções, mas de mostrar o leque de opções diferentes. Além do que, as
experiências alheias podem nos ensinar muito.
Para terminar recomendo a leitura do artigo “Qual adiferença entre conteúdo autoral e replicado”, do blogueiro Marcos Lemos. O
Lemos é outro metablogger que eu recomendo.
Seu trabalho no [Ferramentas Blog]
merece ser conhecido (se é que você já não conhece) e apreciado.
Se você estava em uma ilha deserta e ainda não conhece o
trabalho do Marcos Lemos, ouça a entrevista que eu fiz com ele:
Conteúdo é o nosso produto
Depois volte aqui e comente sobre a sua impressão a respeito dos metabloggers.
Muitos estudantes de jornalismo, quando sentem a necessidade de criar um blog, buscam referências a respeito da plataforma (refiro-me aqui ...
